De acordo com a defesa, o ex-presidente Jair Bolsonaro não deve comparecer à abertura do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a suposta trama golpista.
A defesa de Bolsonaro alega que ele enfrenta crises de soluço que chegam a provocar vômitos, o que o impediria de participar presencialmente. O julgamento, que teve início nesta terça-feira, 2 de setembro, na Primeira Turma do STF, analisa o envolvimento do ex-presidente e de outros sete réus em um suposto plano de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Mesmo na condição de réu, o comparecimento de Bolsonaro não é obrigatório. Ele precisaria de uma autorização do ministro relator, Alexandre de Moraes, para sair de sua prisão domiciliar e ir até a Corte.
O julgamento, que deve se estender por várias sessões até meados de setembro, analisa acusações de crimes como:
- Organização criminosa armada
- Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito
- Golpe de Estado
- Dano qualificado
- Deterioração de patrimônio tombado
Apesar de ser considerado um dos réus do “núcleo 1” da trama, o ex-presidente não deve ser preso imediatamente, mesmo em caso de condenação, já que a pena só seria executada após o esgotamento de todas as possibilidades de recurso.












